<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694</id><updated>2012-01-05T05:15:01.536Z</updated><title type='text'>Etnonature</title><subtitle type='html'>Blog de fotografia da Natureza</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-5936581407490937902</id><published>2010-11-19T21:40:00.000Z</published><updated>2010-11-19T21:40:20.941Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TObtsYLrF4I/AAAAAAAAWc8/RGuu2tCvDy4/s1600/DSC_5940.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="218" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TObtsYLrF4I/AAAAAAAAWc8/RGuu2tCvDy4/s320/DSC_5940.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="Resumo"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Possuindo uma vasta  área de distribuição, a Lontra é um dos mais belos, interessantes e  ameaçados mamíferos da fauna Europeia. A população Portuguesa desta  espécie é, ainda, uma das mais saudáveis do continente.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Lontra &lt;em&gt;Lutra lutra&lt;/em&gt; é um  carnívoro pertencente à família Mustelidae e à subfamília Lutrinae. No  geral, apresenta as características típicas dos mustelídeos, com algumas  particularidades resultantes do seu modo de vida semi-aquático. Assim, o  corpo é fusiforme, com membros curtos e uma cauda longa (de comprimento  superior a mais de metade do tamanho do corpo). O pescoço, embora  largo, é reduzido, a cabeça é achatada e larga e tem umas orelhas  pequenas. Os olhos são pequenos e encontram-se deslocados para a parte  superior da cabeça. A pelagem é castanha-escura sendo progressivamente  mais clara ao atingir a região ventral.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Como principais adaptações à vida aquática,  a lontra apresenta fossas nasais valvulares que se fecham quando  submerge, o mesmo acontecendo com as orelhas. O cristalino sofre uma  distorção que permite uma visão perfeita debaixo de água. Para ajudar à  captura das presas, o focinho possui vibrissas sensitivas. As patas são  palmadas, as garras são pequenas e não rectrácteis, estando os cinco  dedos unidos por uma membrana interdigital. As lontras têm o mesmo peso  molhadas ou secas. Tal facto deve-se à eficaz protecção das duas camadas  de pêlos. A primeira, interna, é impermeável e densa, com pêlos de 10 a  15 mm que retêm bolhas de ar funcionando como isolamento térmico. A  segunda, externa, tem pêlos que podem alcançar os 25 mm sendo também  impermeável. A cauda, muito musculada, é achatada dorsoventralmente na  região intermédia e afunilada na extremidade. É útil na deslocação  dentro de água funcionando como leme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Encontra-se desde a costa ocidental da  Irlanda e de Portugal até ao Japão, e desde as zonas árcticas da  Finlândia até à Indonésia e às zonas sub-saharianas da África do Norte.  No entanto, Portugal é quase um caso isolado na distribuição e  abundância da Lontra pois apresenta uma população regularmente  distribuida pelo território e numa situação de relativa abundância,  sendo das poucas populações viáveis. Principalmente nos países  industrializados da Europa Ocidental, tem-se verificado um decréscimo  acentuado das populações de Lontra. A espécie chegou a estar extinta em  países como a Holanda, Suiça, Luxemburgo e, ao que consta, na Bélgica.  Embora as informações sejam mais escassas, sabe-se que tem havido um  forte declínio na Escandinávia e na Europa de Leste.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em class="Legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Está inserida na Lista dos Mamíferos Raros e  Ameaçados do Conselho da Europa, no Anexo II da Convenção de Berna e no  Anexo I da Convenção de CITES. A UICN (União Internacional para a  Conservação da Natureza) e o Livro Vermelho dos Vertebrados de Espanha  (ICONA) consideram-na uma espécie Vulnerável. Em Portugal, o Livro  Vermelho dos Vertebrados de Portugal atribui-lhe o estatuto de  Insuficientemente Conhecida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="" name="Go_2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Os principais factores de ameaça à espécie  são: a deterioração dos habitats aquáticos e do meio circundante; a caça  ilegal; a perturbação pelo homem; a mortalidade acidental, como  afogamentos em redes de pesca e atropelamentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;HABITAT&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É uma espécie intimamente associada às  zonas húmidas. Todos os locais com água permanente e não muito poluída e  que estejam relativamente livres de perturbação humana, são capazes de  albergar lontras. Assim, a Lontra existe nas águas continentais (rios,  ribeiras, lagoas, albufeiras, paúis, etc), em águas salobras (estuários)  e no litoral marinho. São ainda referidos como determinantes para a  espécie a presença de um coberto vegetal que forneça abrigo e a  disponibilidade de alimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;ALIMENTAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É uma espécie essencialmente piscívora.  Fazem ainda parte da sua dieta artrópodes, répteis, micromamíferos e  aves. A diversidade de presas consumidas aumenta no Outono e no Inverno.  Revela também o seu carácter oportunista ao consumir espécies exóticas  (alguns peixes e lagostins).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="" name="Go_3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;REPRODUÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As fêmeas são poliéstricas, podendo ter  crias ao longo de todo o ano. Tal como em outros mustelídeos como o  Texugo, a Marta ou a Fuínha, também a Lontra pode ter uma implantação  diferida. Este processo implica que os óvulos da fêmea ao serem  fecundados implantam-se na parede do útero mas não se desenvolvem senão  meses mais tarde. Os nascimentos ocorrem assim na época do ano mais  favorável (e.g. a Primavera). O período de gestação é de aproximadamente  63 dias nascendo então entre 1-5 crias (usualmente 2-3). As crias  permanecem na toca 8-10 semanas, seguindo-se os primeiros passos no  mundo exterior. Junto da mãe ficam cerca de 13-14 meses começando depois  uma vida independente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;ORGANIZAÇÃO SOCIAL&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A organização social não é rígida estando  dependente de factores demográficos e ambientais. Os machos adultos  defendem um território podendo haver sobreposições com os de outros  machos. Os territórios estão relacionados com a reprodução e os dos  machos dominantes incluem geralmente os territórios de uma ou mais  fêmeas. Os destas são áreas de alimentação (que aumentam na época da  reprodução) não sobrepostas às das outras fêmeas. O comportamento  territorial parece estar baseado num sistema de marcação olfactiva. Por  vezes existe uma territorialidade temporal quando há um grande aumento  de densidade. Neste caso, indivíduos diferentes utilizam o mesmo espaço  mas separados no tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As áreas vitais variam com o sexo, idade,  estatuto social, capacidade individual e idade das crias. Podem variar  entre 1 Km de margem e 29 Km em áreas menos produtivas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="" name="Go_4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;CURIOSIDADES&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Geralmente associa-se uma maior actividade  psíquica a um maior desenvolvimento da actividade lúdica. A lontra é um  dos animais mais brincalhões. Os seus jogos, que podem ter lugar dentro  ou fora da água, chegam a incluir o uso de objectos (como frutos, paus  ou pedras) ou o escorregar na neve ou em encostas enlameadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;LOCAIS FAVORÁVEIS DE OBSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Como é um animal de hábitos  predominantemente nocturnos torna-se difícil a sua observação na  Natureza. Mais fáceis de detectar, e podendo servir de orientação para a  sua observação, são os indícios de presença da lontra. As pegadas são  características apresentando 5 dedos e respectivas garras, e uma  almofada com 3 ou 4 lóbulos, mas que nas pegadas mais profundas aparenta  uma depressão única. Os dejectos são também característicos,  desfazem-se com muita facilidade devido à presença de escamas e são  alaranjados quando os lagostins fazem parte da dieta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;Beja, P. (1995). &lt;em&gt;Patterns of availability and use of resources by otter&lt;/em&gt; (Lutra lutra &lt;em&gt;Linnaeus 1758) in Southwest Portugal&lt;/em&gt;. Tese para obtenção do grau de Douctor. Universidade de Aberdeen. Aberdeen. 171 pp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lopes, M. (1999). Utilização do Rio Guadiana e dos seus afluentes pela lontra (&lt;em&gt;Lutra lutra&lt;/em&gt; Linnaeus 1758) na área do Parque Natural do Vale do Guadiana. &lt;em&gt;Relatório  de estágio para obtenção de licenciatura em Biologia Aplicada aos  Recursos Animais, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa&lt;/em&gt;. 49 pp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Macdonald, D. &amp;amp; Barret, P. (1993). &lt;em&gt;Mammals of Britain and Europe&lt;/em&gt;. Harper Collins Publishers, London.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matos,  H. (1999). Aspectos da ecologia da lontra Lutra lutra em ribeiras  intermitentes num sector da bacia do Rio Sado (SO Portugal). &lt;em&gt;Relatório  de estágio para obtenção de licenciatura em Biologia Aplicada aos  Recursos Animais, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa&lt;/em&gt;. 40 pp.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;In&amp;nbsp; &lt;a href="http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=6822&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true"&gt;http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=6822&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-5936581407490937902?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/5936581407490937902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=5936581407490937902&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/5936581407490937902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/5936581407490937902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/11/possuindo-uma-vasta-area-de.html' title=''/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TObtsYLrF4I/AAAAAAAAWc8/RGuu2tCvDy4/s72-c/DSC_5940.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-9173745015621184405</id><published>2010-10-03T18:58:00.000+01:00</published><updated>2010-10-03T18:58:50.949+01:00</updated><title type='text'>Mergulhão-pequeno   (Tachybaptus ruficollis)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKjCG8XnaSI/AAAAAAAAWR4/jpiLsRsrYTE/s1600/MERGULHAO02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="253" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKjCG8XnaSI/AAAAAAAAWR4/jpiLsRsrYTE/s400/MERGULHAO02.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKjA63CPB_I/AAAAAAAAWRw/-EH97WFqJS4/s1600/MERGULHAO02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKjA8GE3ezI/AAAAAAAAWR0/gHPJfQsWiuc/s1600/tachybaptus2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKjA8GE3ezI/AAAAAAAAWR0/gHPJfQsWiuc/s400/tachybaptus2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKjCaIvLicI/AAAAAAAAWR8/0N6naK0G864/s1600/DSC_2173.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="261" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKjCaIvLicI/AAAAAAAAWR8/0N6naK0G864/s400/DSC_2173.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKjCinemOaI/AAAAAAAAWSA/ThJ9sCle1us/s1600/DSC_2600.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="271" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKjCinemOaI/AAAAAAAAWSA/ThJ9sCle1us/s400/DSC_2600.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKjAOsCD1QI/AAAAAAAAWRs/sa56-d9ULAc/s1600/13.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-9173745015621184405?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/9173745015621184405/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=9173745015621184405&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/9173745015621184405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/9173745015621184405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/10/mergulhao-pequeno-tachybaptus.html' title='Mergulhão-pequeno   (Tachybaptus ruficollis)'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKjCG8XnaSI/AAAAAAAAWR4/jpiLsRsrYTE/s72-c/MERGULHAO02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-3637241640978877943</id><published>2010-10-01T23:05:00.000+01:00</published><updated>2010-10-01T23:05:44.334+01:00</updated><title type='text'>Alfaiate (Recurvirostra avosetta)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYQ_np2uI/AAAAAAAAWQ0/ZJI-9VQC8YM/s1600/DSC_1017.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="222" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYQ_np2uI/AAAAAAAAWQ0/ZJI-9VQC8YM/s320/DSC_1017.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYUr8lblI/AAAAAAAAWRM/gmONXDO-xec/s1600/DSC_6380.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYUr8lblI/AAAAAAAAWRM/gmONXDO-xec/s320/DSC_6380.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYRdsneGI/AAAAAAAAWQ4/yza8apEtl1M/s1600/DSC_4233.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYRdsneGI/AAAAAAAAWQ4/yza8apEtl1M/s320/DSC_4233.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYSPNcxnI/AAAAAAAAWQ8/b37rOd900pA/s1600/DSC_4755.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYSPNcxnI/AAAAAAAAWQ8/b37rOd900pA/s320/DSC_4755.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYSv5JDkI/AAAAAAAAWRA/4lvkEnn8wZI/s1600/DSC_5219.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYSv5JDkI/AAAAAAAAWRA/4lvkEnn8wZI/s320/DSC_5219.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYTXvOL6I/AAAAAAAAWRE/0RoeZ0i5iu4/s1600/DSC_5272.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYTXvOL6I/AAAAAAAAWRE/0RoeZ0i5iu4/s320/DSC_5272.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYUMks8vI/AAAAAAAAWRI/iqRYJmpcXqc/s1600/DSC_6209.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYUMks8vI/AAAAAAAAWRI/iqRYJmpcXqc/s320/DSC_6209.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZZv_PNMzI/AAAAAAAAWRQ/LSCBocJjYFQ/s1600/DSC_7833A.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="221" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZZv_PNMzI/AAAAAAAAWRQ/LSCBocJjYFQ/s320/DSC_7833A.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Resumo"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Com uma plumagem branca  e preta, longas patas, bico comprido e fortemente encurvado, o Alfaiate  tem um aspecto inconfundível. A sua principal actividade consiste em  “ceifar” meticulosamente as águas pouco profundas em busca de alimento.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="" name="Go_1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O Alfaiate (&lt;em&gt;Recurvirostra avosetta&lt;/em&gt;)  pertence à ordem dos Charadriiformes e à família Recurvirostridae. Com a  plumagem branca e preta, as longas patas cinzento-azuladas e o bico  comprido e fortemente encurvado, o Alfaiate tem um aspecto extremamente  característico, tornando-se numa espécie inconfundível no Paleárctico  Ocidental. A plumagem de ambos os sexos é semelhante durante o Verão e o  Inverno; apenas a plumagem dos jovens até ao primeiro Inverno tem uma  coloração mais acastanhada. As fêmeas têm, geralmente, uma zona mais  pálida em redor da base do bico e um anel pouco marcado em torno dos  olhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O voo é ligeiro, com o pescoço encolhido e  as patas esticadas para trás. Os Alfaiates nadam frequentemente e são  muito ágeis; podem mergulhar, funcionando as asas como auxiliares da  natação debaixo de água.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Embora a distribuição do Alfaiate englobe  toda a região do Paleárctico, a maioria da população reprodutora está  concentrada na Europa. A reprodução ocorre, localmente, na região do  Báltico, ao longo da Costa Atlântica, desde a Dinamarca até à França  Ocidental, no Mediterrâneo e desde a Europa Central até ao Cáspio. As  aves pertencentes à população europeia ocidental invernam na Costa  Atlântica (França, Península Ibérica, Senegal e Guiné) e as populações  da Europa Central e de Leste movimentam-se para o Mediterrâneo (Grécia,  Tunísia e Egipto). Algumas populações nidificantes no Sul da Europa são  residentes ou efectuam movimentos de pequena extensão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A população europeia está estimada entre  31.000 a 56.000 casais, dos quais mais de metade estão concentrados na  Holanda, Dinamarca, Espanha e Turquia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Portugal, o número de casais  reprodutores é muito reduzido. Esta espécie é, no entanto, muito comum  no Inverno, estação na qual se atinge cerca de 14.600 indivíduos,  correspondendo a aproximadamente 22% da população invernante no  Atlântico Ocidental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Durante o Inverno esta espécie concentra a  quase totalidade da população europeia em poucos locais. Sabe-se que  durante esta época em apenas 10 áreas se encontra reunida mais de 90% da  população, tornando assim o Alfaiate numa espécie vulnerável. No nosso  país tem estatuto vulnerável, estando incluído no Anexo II da Convenção  de Berna, Anexo II da Convenção de Bona e Anexo I da Directiva Aves.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;FACTORES DE AMEAÇA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A tendência populacional desta espécie  varia latitudinalmente. Assim, embora se tenha verificado um declínio  das populações reprodutoras do Sul e Sudeste europeu, as populações  reprodutoras dos países do Mar do Norte têm vindo a aumentar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As principais causas de ameaça são a perda e  distúrbio dos habitats de nidificação e a deterioração das condições  alimentares nos locais de reprodução e invernada. Os incrementos  verificados nas populações do Nordeste europeu estão possivelmente  relacionados com a melhor protecção exercida, a maior extensão livre de  habitats apropriados à nidificação da espécie e a melhoria das condições  alimentares. Outras preocupações dizem respeito à poluição e  contaminação nas áreas de alimentação e à caça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="" name="Go_2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;HABITATS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Os Alfaiates estão grandemente associados a  habitats aquáticos: estuários, salinas, zonas de vasa entre marés,  baías pouco profundas, lagoas costeiras, albufeiras de regiões  interiores. Os habitats preferenciais destacam-se, sobretudo, por serem  ricos em invertebrados aquáticos. Na época reprodutora evitam áreas com  vegetação densa para fazer os ninhos, embora alguma vegetação esparsa  seja benéfica na cobertura e protecção de juvenis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;ALIMENTAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O bico dos Alfaiates é estreito e curvado  para cima, tornando estas aves autênticas especialistas na procura de  alimento. Alimentam-se quase exclusivamente de invertebrados, insectos e  crustáceos, mas também de peixes de pequena dimensão. As presas são  localizadas pelo tacto durante movimentos repetidos e regulares de  “ceifar”, balançando o bico entreaberto, para a esquerda e para a  direita, debaixo de água. Em áreas de águas límpidas podem também  localizar presas visualmente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="" name="Go_3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;REPRODUÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O Alfaiate cria em colónias dispersas,  frequentemente associado a espécies como as Gaivotas, Andorinhas-do-mar,  Ostraceiros, Perna-longa, etc. O ninho consiste, geralmente, numa  depressão exposta no chão ou em vegetação rasteira, mas sempre perto de  água. Podem também utilizar pequenos ramos, raízes e folhas para acamar o  ninho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As posturas iniciam-se em meados do mês de  Abril, existindo uma variação pouco nítida entre os casais de uma mesma  colónia. Os Alfaiates fazem uma única postura, geralmente de 3 a 4 ovos  (2-5), de forma oval, lisos, de cor castanho pálido pintalgado a preto. O  período de incubação prolonga-se por 23 a 25 dias (20-28) e ambos os  sexos incubam. Depois das crias nascerem são necessários 35 a 42 dias  para que estas se tornem voadoras. Desde muito pequenas são, no entanto,  exímias nadadoras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;MOVIMENTOS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Os indivíduos que se reproduzem no limite  Norte da área de distribuição da espécie são tipicamente migradores. Em  anos com Invernos amenos, grandes números de Alfaiates ficam nos países  do Mar do Norte. Os Alfaiates invernam localmente em Inglaterra e  Holanda e mais tipicamente desde a bacia do Mediterrâneo até ao Sul do  mar Cáspio e a sul do Sahel africano, Arábia e Índia. A dispersão das  áreas de reprodução inicia-se na segunda metade do mês de Julho e em  Agosto – Setembro concentram-se em áreas determinadas para realizar a  muda. A passagem de Primavera começa cedo, com a partida das aves das  áreas de invernada desde fim de Fevereiro e princípios de Março. O  retorno às áreas de reprodução depende das condições meteorológicas: na  Europa Ocidental, as primeiras aves podem surgir no início ou meados de  Março, sendo que a grande maioria chega durante o mês de Abril.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;CURIOSIDADES&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As recapturas de aves anilhadas mostram que  os Alfaiates invernantes nos estuários portugueses são provenientes da  população nidificante no Norte da Europa, particularmente na região do  Mar de Wadden holandês, alemão e dinamarquês.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;LOCAIS FAVORÁVEIS DE OBSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Os Alfaiates vêm a Portugal passar o  Inverno, em grandes bandos barulhentos e inquietos, que se estabelecem  sempre junto da água, onde nadam livremente. Os melhores locais de  observação desta espécie durante o Inverno são os Estuários do Tejo e do  Sado e a Ria Formosa, onde existem as maiores concentrações do país. A  sua conspicuidade torna-os facilmente avistáveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="" name="Go_4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Durante a época reprodutora, a Reserva  Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António  constituirá o local mais seguro para a observação desta espécie, uma vez  que constitui o único local onde se regista, com regularidade e num  número razoável, a nidificação do Alfaiate. No entanto, também os  Estuários do Tejo e do Sado albergam, ocasionalmente, casais  reprodutores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;Elias, G. L., Reino, L. M., Silva, T., Tomé, R. e P. Geraldes (Coods.) (1998). &lt;em&gt;Atlas das Aves Invernantes do Baixo Alentejo&lt;/em&gt;. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Snow, D.M: e C.M. Perrins (Eds.) (1998). &lt;em&gt;The birds of the Western Palearctic&lt;/em&gt;. Concise Edition; vol. 1 Non passerines. Oxford University Press.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tucker, G.M. e M.F. Heath (1994). &lt;em&gt;Birds in Europe: Their Conservation Status&lt;/em&gt;. Birdlife Conservation Series nº 3.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;in &lt;a href="http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=3282&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=3282&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-3637241640978877943?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/3637241640978877943/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=3637241640978877943&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/3637241640978877943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/3637241640978877943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/10/alfaiate-recurvirostra-avosetta.html' title='Alfaiate (Recurvirostra avosetta)'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKZYQ_np2uI/AAAAAAAAWQ0/ZJI-9VQC8YM/s72-c/DSC_1017.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-4518680102995727203</id><published>2010-10-01T00:01:00.004+01:00</published><updated>2010-10-01T00:17:09.636+01:00</updated><title type='text'>Tecelão-de-cabeça-preta   (Ploceus melanocephalus)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUYCmtikjI/AAAAAAAAWQA/bxRWx9-2O_w/s1600/DSC_2181.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUYCmtikjI/AAAAAAAAWQA/bxRWx9-2O_w/s320/DSC_2181.JPG" width="211" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUYBQ0-GOI/AAAAAAAAWP8/DPuY9bFE_ug/s1600/DSC_1672.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUYBQ0-GOI/AAAAAAAAWP8/DPuY9bFE_ug/s320/DSC_1672.JPG" width="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUYEMLnGiI/AAAAAAAAWQI/tV1RneOK848/s1600/DSC_2404.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="220" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUYEMLnGiI/AAAAAAAAWQI/tV1RneOK848/s320/DSC_2404.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUWvAhmBjI/AAAAAAAAWP4/piNTosykPX8/s1600/DSC_2388.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-4518680102995727203?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/4518680102995727203/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=4518680102995727203&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/4518680102995727203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/4518680102995727203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/10/blog-post.html' title='Tecelão-de-cabeça-preta   (Ploceus melanocephalus)'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUYCmtikjI/AAAAAAAAWQA/bxRWx9-2O_w/s72-c/DSC_2181.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-1124649758493426880</id><published>2010-09-30T23:17:00.002+01:00</published><updated>2010-09-30T23:23:18.013+01:00</updated><title type='text'>Andorinha-do-mar-comum (Sterna hirundo)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUJu9aTMnI/AAAAAAAAWPs/oZVwdI1sRWU/s1600/DSC_2545.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUJu9aTMnI/AAAAAAAAWPs/oZVwdI1sRWU/s320/DSC_2545.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUKUyQuaUI/AAAAAAAAWPw/7dWhp5WUMx0/s1600/DSC_2522-1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUKUyQuaUI/AAAAAAAAWPw/7dWhp5WUMx0/s320/DSC_2522-1.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKULo4ZrstI/AAAAAAAAWP0/i5e2FTxYaGY/s1600/DSC_2521.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKULo4ZrstI/AAAAAAAAWP0/i5e2FTxYaGY/s320/DSC_2521.JPG" width="246" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="Resumo"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A  Andorinha-do-mar-comum é uma espécie de ocorrência regular em Portugal.  Nidifica em colónias, onde defende o seu ninho com gritos e ataques  súbitos e velozes, voando a pique sobre o predador, podendo mesmo  atacá-lo com fortes bicadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=1124649758493426880" name="Go_1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Andorinha-do-mar-comum (&lt;i&gt;Sterna hirundo&lt;/i&gt;)  pertence à ordem dos Charadriiformes. Tem de comprimento entre 31 e 35  cm e 77 a 98 cm de envergadura, sendo assim nitidamente mais pequena que  o Garajau-comum (&lt;i&gt;Sterna sandvicensis&lt;/i&gt;) e maior que a Andorinha-do-mar-anã (&lt;i&gt;Sterna albifrons&lt;/i&gt;).  Tem o bico proporcionalmente curto e a cauda comprida, marcadamente  bifurcada. Em plumagem nupcial apresenta cabeça preta, bico vermelho com  a extremidade preta, dorso cinzento claro com as primárias exteriores  mais claras que as anteriores, peito e barriga brancos, cauda e uropígio  também brancos e patas vermelhas. Em plumagem de Inverno a fronte é  branca e o bico preto. Não existe dimorfismo sexual na plumagem. Os  juvenis e os imaturos em plumagem de primeiro Inverno são semelhantes  aos adultos, embora as primárias exteriores, as pequenas coberturas e a  margem das secundárias sejam mais escuras. As rectrizes exteriores são  também mais escuras e mais curtas. O voo é leve e rápido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Esta espécie apresenta uma distribuição  global, estando presente em todos os continentes. Na Europa nidifica nas  costas atlânticas, mas também no interior, na Europa Central e de  Leste. Reproduz-se ainda na Ásia (até ao Árctico), na América do Norte,  África Ocidental e Médio Oriente. A população mundial está estimada  entre 250 000 e 500 000 casais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=1124649758493426880" name="Go_2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Portugal nidifica irregularmente no  Continente, mas é regular nos arquipélagos dos Açores (4000 casais) e da  Madeira (100 casais). É abundante na costa atlântica na época de  migração, ocorrendo também, em menor número, no Inverno.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Portugal, a Andorinha-do-mar-comum tem o  estatuto de não ameaçada (NT) no Continente e na Madeira e de  insuficientemente conhecido (K) no arquipélago dos Açores. Está ainda  incluída na Convenção de Berna (Anexo II) e na Directiva Aves (Anexo I).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;FACTORES DE AMEAÇA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A perda de &lt;i&gt;habitat&lt;/i&gt;, a perturbação  humana, a predação de ovos e crias e a competição inter-específica nos  locais de nidificação contam-se entre os principais factores de ameaça  responsáveis pelo declínio das populações por todo o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=1124649758493426880" name="Go_3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;HABITAT&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Andorinha-do-mar-comum nidifica tanto em  zonas costeiras (ilhas, praias e penínsulas arenosas), como em zonas  interiores (zonas de aluvião dos rios e pequenas ilhas sem vegetação).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;ALIMENTAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mergulha a pequenas profundidades, em águas  límpidas, para capturar as suas presas. Alimenta-se de peixes e de  invertebrados, nomeadamente crustáceos e insectos, geralmente perto da  colónia, embora alguns indivíduos possam afastar-se até 40 km. É um  predador oportunista, alterando rapidamente o seu regime alimentar se as  condições ambientais o exigirem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=1124649758493426880" name="Go_4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;REPRODUÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É uma espécie colonial. A formação dos  casais é precedida pela parada nupcial, rica em movimentos, em que o  macho oferece peixe à fêmea que corteja. Antes da cópula, o casal corre  lado a lado até que a fêmea se agacha em posição convidativa e o macho  sobe para o seu dorso batendo as asas. O ninho consiste apenas numa  depressão escavada, no meio de pedras ou na areia, onde são colocados  entre 1 a 3 ovos. A época de postura e incubação inicia-se em Maio,  sendo necessárias cerca de três semanas para incubar os ovos. As crias  são nidífugas, atingindo a emancipação com cerca de um mês de idade.  Apenas é efectuada uma segunda postura quando a primeira é perdida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;MOVIMENTOS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Andorinha-do-mar-comum é uma espécie  migradora. Grande parte da população europeia inverna na África  Ocidental e do Sul; uma minoria parece invernar em Portugal e Espanha.  As aves europeias apresentam uma diferenciação nas áreas de invernada,  de acordo com o país de origem: as populações de países do Ocidente e  Sul tendem a invernar a norte do Equador, enquanto as do Norte e Leste  privilegiam as áreas africanas a sul do Equador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=1124649758493426880" name="Go_5"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A migração pré-nupcial ocorre entre Março e  Maio e a pós-nupcial inicia-se em Julho, com a dispersão dos primeiros  juvenis, e prolonga-se até Outubro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;CURIOSIDADES&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Um indivíduo anilhado num ninho na Suécia foi recapturado na Austrália, muito longe da sua área de invernada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;LOCAIS FAVORÁVEIS DE OBSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Portugal Continental esta espécie  nidifica irregularmente, sendo mais comum observá-la na costa durante a  migração e o Inverno. A Lagoa de Santo André, durante a migração  pré-nupcial, e Tróia constituem dois locais privilegiados de observação.  Os arquipélagos, principalmente dos Açores, mas também da Madeira,  constituem áreas de nidificação desta espécie e, como tal, locais  propícios à sua observação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-size: xx-small;"&gt;Elias, G. e D. Leitão (1992). A nidificação da Andorinha-do-mar-comum &lt;i&gt;Sterna hirundo&lt;/i&gt; em Portugal Continental. &lt;i&gt;Airo&lt;/i&gt; 3 (3). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitão, D., R. Neves e R. Rufino (1993). Censos de Andorinhas-do-mar (género &lt;i&gt;Sterna&lt;/i&gt;) nidificantes nos estuários do Tejo e Sado em 1993. &lt;i&gt;Airo&lt;/i&gt; 4 (2): 68-71.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lloyd, C., M.L. Tasker e K. Partridge (1981). &lt;i&gt;The status of seabirds in Britain and Ireland&lt;/i&gt;. T and A.D. Poyser. London.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Snow, D.M. e C.M. Perrins (Eds.) (1998). &lt;i&gt;The birds of the Western Palearctic&lt;/i&gt;. Concise Edition; vol. 1 Non passerines. Oxford University Press.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tucker, G.M. e M.F. Heath (1994). &lt;i&gt;Birds in Europe: Their Conservation Status&lt;/i&gt;. Birdlife Conservation Series nº 3.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-size: xx-small;"&gt;in &amp;nbsp; &lt;a href="http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=16154&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true#Go_1" style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=16154&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true#Go_1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-1124649758493426880?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/1124649758493426880/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=1124649758493426880&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/1124649758493426880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/1124649758493426880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/09/andorinha-do-mar-comum-e-uma-especie-de.html' title='Andorinha-do-mar-comum (Sterna hirundo)'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKUJu9aTMnI/AAAAAAAAWPs/oZVwdI1sRWU/s72-c/DSC_2545.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-2254958246074897728</id><published>2010-09-29T23:30:00.002+01:00</published><updated>2010-09-29T23:42:24.733+01:00</updated><title type='text'>Gaivota-de-asa-escura (Larus fuscus)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKO8NI-8n3I/AAAAAAAAWPI/NnvISGlfQdo/s1600/DSC_5379.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKO8NI-8n3I/AAAAAAAAWPI/NnvISGlfQdo/s400/DSC_5379.JPG" width="265" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKO8OBveHHI/AAAAAAAAWPM/s03izEmMnFs/s1600/DSC_5396.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKO8OBveHHI/AAAAAAAAWPM/s03izEmMnFs/s400/DSC_5396.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKO8x7mfBEI/AAAAAAAAWPQ/T-ubzpuUSjA/s1600/DSC_7362.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKO8x7mfBEI/AAAAAAAAWPQ/T-ubzpuUSjA/s400/DSC_7362.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Resumo"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Gaivota-de-asa-escura  é muito abundante no nosso País durante o Inverno, quando as populações  do Norte da Europa migram para Sul. Neste período pode ser mesmo  considerada a ave marinha mais comum e de repartição mais ampla na nossa  costa.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=2254958246074897728" name="Go_1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ligeiramente mais pequena que a &lt;a href="http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iArtigo=7120&amp;amp;iLingua=1"&gt;Gaivota-de-patas-amarelas&lt;/a&gt; (&lt;i&gt;Larus cachinnans&lt;/i&gt;), a Gaivota-de-asa-escura (&lt;i&gt;Larus fuscus&lt;/i&gt;)  distingue-se desta pela cor mais escura das partes superiores e pela  cabeça mais arredondada. Na Europa existem três subespécies - &lt;i&gt;L .f. graellsii, L f. fuscus&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;L .f. intermedius&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;No nosso país, a subespécie mais comum é a &lt;i&gt;L. f. graellsii&lt;/i&gt;,  que em plumagem nupcial apresenta a cabeça e as partes inferiores  brancas e o manto e dorso cinzento-escuro. As asas são igualmente  cinzento-escuro, à excepção das primárias, de cor preta e com pequenas  manchas brancas na extremidade. O bico é amarelo com a extremidade da  mandíbula inferior de cor vermelha. Os olhos são amarelos e o anel  orbital é vermelho. Em plumagem de Inverno apresenta estrias bem  marcadas de cor acastanhada ao longo da cabeça, pescoço e peito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Os juvenis e imaturos em plumagem de 1º  Inverno são muito diferentes dos adultos. As coberturas são de cor  escura orladas a claro e as primárias exteriores, secundárias e  rectrizes são pretas-acastanhadas, com as primárias interiores mais  claras. As partes inferiores são claras. Os juvenis de  Gaivota-de-asa-escura são semelhantes aos de Gaivota-de-patas-amarelas,  embora mais escuros. Até atingirem a plumagem de adulto, o padrão é  semelhante mas vão tornando-se mais escuros com as partes inferiores  mais brancas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As áreas de reprodução desta espécie  abrangem as latitudes médias e altas do Paleárctico Ocidental até  Portugal continental, o limite Sul da sua actual área de criação. &lt;i&gt;L. f. graellsii&lt;/i&gt; nidifica na Grã-Bretanha, Islândia, França, Espanha e Portugal; &lt;i&gt;L. f. intermedius&lt;/i&gt; no Sul da Noruega, Dinamarca e Holanda; &lt;i&gt;L. f. fuscus&lt;/i&gt;  nidifica desde o Norte da Escandinávia até à Península de Kola (parte  ocidental da ex-URSS). A população mundial destas três subespécies é  aproximadamente de 205.000 casais e cerca de um terço reproduz-se em  Inglaterra e na Irlanda. Tal como a Gaivota-de-patas-amarelas, com uma  maior população e maior área de distribuição, a Gaivota-de-asa-escura  tem vindo a aumentar em número e a expandir a sua área de distribuição  desde o século passado. As populações que nidificam entre a Islândia,  Escandinávia e França, migram para Sul para passar o Inverno em  Portugal, Sudoeste de Espanha e Noroeste Africano, com algumas aves que  migram até à Mauritânia, Senegal e Golfo da Guiné. As populações que  nidificam na área Este da distribuição da espécie atingem o Mediterrâneo  e o Mar Negro, o Mar Vermelho, o Golfo da Arábia, as costas Norte e  Este do Índico e as áreas mais interiores no Leste de África.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=2254958246074897728" name="Go_2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Portugal, a Gaivota-de-asa-escura é,  essencialmente uma espécie invernante, embora também surja como migrador  de passagem e até como reprodutor. A primeira confirmação da  nidificação desta espécie ocorreu na Ilha da Berlenga e data de 1978. O  efectivo reprodutor nacional está estimado entre os 30 e os 50 casais  distribuído por três núcleos: Ilha da Berlenga, Ilha do Pessegueiro e  Ria Formosa. A ordem de grandeza do efectivo invernante no nosso país  não é clara. O Estuário do Tejo constitui um dos principais núcleos de  invernada da espécie podendo albergar mais de 30.000 indivíduos. É pouco  comum nos Açores, Madeira e Selvagens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Gaivota-de-asa-escura é uma espécie não ameaçada (NT) no nosso país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;FACTORES DE AMEAÇA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;No último século, esta espécie tem  conhecido um aumento significativo, quer no efectivo populacional, quer  no que respeita à sua área de distribuição. O aumento verificado é, em  parte, desconhecido, embora esta espécie poderá ter vindo a beneficiar,  tal como a Gaivota-de-patas-amarelas, do incremento de fontes  alimentares relacionadas com a indústria pesqueira e o aumento do número  de lixeiras. Tal como foi referido no tópico anterior, esta espécie não  está ameaçada e apenas o desaparecimento de fontes alimentares poderá  conduzir ao decréscimo do seu efectivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=2254958246074897728" name="Go_3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;HABITAT&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Encontra-se maioritariamente associada a  extensões de água salobra, embora possa ser encontrada a muitos  quilómetros da costa. Estuários, orla costeira, pisciculturas, &lt;a href="http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iArtigo=1836&amp;amp;iLingua=1"&gt;salinas&lt;/a&gt;,  lagoas costeiras, cursos de água, barragens, açudes, estações de  tratamento de águas residuais, terrenos alagados, lixeiras e zonas  urbanas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;ALIMENTAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É uma espécie omnívora. A dieta é  semelhante à da Gaivota-de-patas-amarelas. Inclui peixe, crustáceos,  invertebrados aquáticos, crias e ovos de aves, material vegetal,  roedores e desperdícios.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Alimenta-se com frequência em lixeiras,  terrenos lavrados e arrozais. O alimento é obtido caminhando no solo, em  água pouco profunda ou em zonas vasosas. Pode também capturar pequenas  presas à superfície da água enquanto nada ou voando rente à água ou  mesmo mergulhando. As gaivotas desta espécie recorrem muitas vezes ao  cleptoparasitismo, roubando o alimento obtido por indivíduos da mesma  espécie ou de outras espécies.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=2254958246074897728" name="Go_4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;REPRODUÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É uma espécie colonial, embora possa também  encontrada isoladamente ou em colónias de outras espécies de gaivota,  como a Gaivota-argêntia (&lt;i&gt;Larus argentatus&lt;/i&gt;) ou a  Gaivota-de-patas-amarelas. Dentro da colónia são, no entanto,  territoriais. As aves que se reproduzem mais a Sul começam a ocupar os  seus territórios em finais de Fevereiro, embora a maioria o faça em  Março. As colónias encontram-se junto à costa ou em ilhas, em dunas,  terrenos planos com pouca vegetação, margens de lagos, zonas pantanosas e  falésias rochosas. O ninho é instalado no chão e construído com algas,  ervas ou outro tipo de material. Fazem uma única postura, de 3 ovos,  entre finais de Abril e Maio, e os ovos eclodem após 24 a 27 dias. A  emancipação das crias ocorre cerca de 30 a 40 dias após a eclosão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;MOVIMENTOS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É essencialmente migratória, embora nos  últimos anos se tenham detectado aves residentes entre indivíduos de 2º  Inverno e aves mais velhas. A área total de invernada estende-se desde a  Grã-Bretanha, Mediterrâneo, Mar Cáspio e Negro e Golfo Pérsico, até ao  Mar Arábico e África Ocidental e de Leste. &lt;i&gt;L. f. graellsii&lt;/i&gt;  inicia a migração pós-nupcial em Agosto, com grande parte das aves  observadas neste mês e em Setembro a realizaram a migração rumo aos  locais de invernada mais a Sul, ao longo da costa Ocidental africana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;CURIOSIDADES&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Na ilha da Berlenga, onde criam alguns  casais de Gaivota-de-asa-escura, foram já encontrados casais mistos  desta espécie com Gaivota-de-patas-amarelas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=2254958246074897728" name="Go_5"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;LOCAIS FAVORÁVEIS À OBSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Portugal, a Gaivota-de-asa-escura é  essencialmente uma espécie invernante, facilmente observável ao longo de  costa litoral, em estuários, praias, portos piscatórios e lixeiras.  Menos comum que no litoral, pode ser observada, no interior, junto a  barragens e açudes de grandes dimensões. Durante a Primavera e o Verão é  mais rara, e a grande maioria das observações dizem respeito a  indivíduos imaturos. Pode ainda ser observada nos locais de nidificação,  embora em pequeno número: Ilha da Berlenga, Ilha de Porto Côvo e Ria  Formosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-size: xx-small;"&gt;Elias, G. L., Reino, L. M., Silva, T., Tomé, R. e P. Geraldes (Coods.) (1998). &lt;i&gt;Atlas das Aves Invernantes do Baixo Alentejo&lt;/i&gt;. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Farinha, J. C. e H. Costa (1999). &lt;i&gt;Guia de Campo das Aves aquáticas de Portugal&lt;/i&gt;. Instituto da Conservação da Natureza, Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lloyd, C., Tasker M. L. e K. Partridge (1981). &lt;i&gt;The status of seabirds in Britain and Ireland&lt;/i&gt;. T and A.D. Poyser. London.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projecto, J. e M. Lecoq (1998). &lt;i&gt;Aves da Costa Alentejana&lt;/i&gt;. Direcção Regional do Ambiente-Alentejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sauer, F. (1983). &lt;i&gt;Aves Aquáticas&lt;/i&gt;. Editorial Publica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Snow, D. M. e C. M. Perrins (Eds.) (1998). &lt;i&gt;The birds of the Western Palearctic&lt;/i&gt;. Concise &lt;br /&gt;Edition; vol. 1 Non passerines. Oxford University Press.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;in&amp;nbsp; &lt;a href="http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=3000&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=3000&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-2254958246074897728?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/2254958246074897728/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=2254958246074897728&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/2254958246074897728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/2254958246074897728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/09/gaivota-de-asa-escura-e-muito-abundante.html' title='Gaivota-de-asa-escura (Larus fuscus)'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKO8NI-8n3I/AAAAAAAAWPI/NnvISGlfQdo/s72-c/DSC_5379.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-907046793315552891</id><published>2010-09-29T19:28:00.002+01:00</published><updated>2010-09-29T23:43:14.892+01:00</updated><title type='text'>Rola-do-mar (Arenaria interpres)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKOExreom8I/AAAAAAAAWO4/myOmVzQmMzE/s1600/DSC_2960-1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="275" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKOExreom8I/AAAAAAAAWO4/myOmVzQmMzE/s400/DSC_2960-1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="Resumo"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Rola-do-mar é um  visitante de Inverno do nosso país, que ocorre ao longo de toda a costa.  Facilmente identificável pela sua plumagem peculiar, esta pequena  limícola percorre longas distâncias entre as áreas de reprodução e de  invernada.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Rola-do-mar (&lt;i&gt;Arenaria interpres&lt;/i&gt;) pertence à ordem dos Charadriiformes, família Scolopacidae e subfamília Arenariinae.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É uma limícola de pequenas dimensões (21-24  cm de comprimento e 44-49 cms de envergadura), robusta, com patas e  bico curtos. A sua plumagem característica torna-a numa espécie de fácil  identificação. Em quase todas as plumagens o bico é preto e as patas  são alaranjadas. A plumagem nupcial é muito colorida; possuem marcas  pretas na cabeça e uma banda preta no peito contrastando com a cor  branca da parte inferior do corpo. No dorso e asas apresenta um padrão  muito marcado e contrastante; o manto, as escapulares e as terciárias  são preto-acastanhadas, com penas orladas a cor ferrugem e as pequenas e  médias coberturas são cor de ferrugem. Nesta plumagem os machos  distinguem-se pelo seu padrão mais vivo e menos acastanhado. De Inverno,  a plumagem torna-se castanha-acinzentada com orlas brancas nas penas.  Também as marcas faciais se tornam mais difusas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Os juvenis são semelhantes aos adultos em  plumagem de Inverno, com as penas do dorso orladas a castanho claro e as  patas amareladas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em vôo apresentam um padrão único com dois painéis brancos nas asas e uma barra preta terminal na cauda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Rola-do-mar possui uma distribuição  Holártica, nidificando numa vasta área que compreende a maioria do  Ártico e se estende desde a Ilha de Ellesmere e Oeste da Gronelândia até  à Escandinávia e à Península de Chuckchi. É uma espécie essencialmente  migradora, que inverna na orla costeira de todos os continentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=907046793315552891" name="Go_2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A população reprodutora na Europa está estimada em 16.000 a 37.000 casais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Portugal, esta espécie é um visitante  não reprodutor razoavelmente comum, ocorrendo tanto no Inverno como  durante a passagem migratória, embora já tenha sido detectada em todos  os meses do ano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;No nosso país a Rola-do-mar tem estatuto de espécie não ameaçada. Está presente nas Convenções de Bona II e Berna III.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;FACTORES DE AMEAÇA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Rola-do-mar é uma espécie não ameaçada. A destruição dos &lt;i&gt;habitats &lt;/i&gt;quer de nidificação quer de invernada poderão constituir os principais factores de risco à sua sobrevivência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=907046793315552891" name="Go_3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;HABITAT&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Fora da época de reprodução prefere  plataformas rochosas onde existam algas a cobrir as rochas. Encontra-se  também em zonas com sedimentos arenosos, estuários, lagoas costeiras e  pontões. Durante a época reprodutora concentra-se junto das orlas  costeiras e algumas ilhas, podendo no entanto nidificar em zonas  interiores, a vários quilómetros da costa e a mais de 100m de altitude.  Suportam bem as tempestades mas também estão aclimatadas a áreas quentes  e áridas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;ALIMENTAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Durante o período reprodutor alimenta-se  essencialmente de insectos, embora o material vegetal e as aranhas  possam ter um papel importante na sua dieta, quando os insectos ainda  escasseiam. Nos restantes períodos alimenta-se maioritariamente de  invertebrados, em particular de crustáceos e moluscos. O método usado na  procura e captura de alimento varia com o &lt;i&gt;habitat&lt;/i&gt;, época e  disponibilidade de alimento. Vira pedras, algas e outros objectos para  capturar presas escondidas. Em algumas ocasiões, vários indivíduos podem  trabalhar em conjunto para remover um objecto de grandes dimensões.  Alimentam-se também de ovos de outras aves aquáticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;REPRODUÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O ninho é construído no chão rodeado de  vegetação rasteira; durante a fase nupcial o macho esgravata várias  depressões e a fêmea determina o local definitivo para nidificar, local  esse frequentemente conservado durante anos. Também fazem as posturas em  fissuras de rochas que tenham plantas. O interior do ninho é forrado  com folhas e ervas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As posturas efectuam-se em meados de Junho e  compreendem 3 a 4 ovos. A incubação dura 22 a 24 dias. As crias são  nidífugas, isto é, abandonam o ninho quando nascem e 19 a 21 dias depois  tornam-se independentes e já voam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;MOVIMENTOS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Espécie migradora. Na Europa estão  presentes duas populações: a da Escandinávia e Rússia, e a da  Gronelândia e Canadá. A primeira é essencialmente migradora de passagem e  inverna na costa ocidental africana, enquanto que a segunda passa o  Inverno no Oeste europeu. As populações presentes na Península Ibérica  durante o Inverno são maioritariamente provenientes das populações  nidificantes na tundra siberiana, desde o Mar Branco até à Sibéria  Central e das Ilhas de Axel Heiberg, de Ellesmere e Gronelândia, havendo  recuperações de aves anilhadas na Islândia e Finlândia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=907046793315552891" name="Go_4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;CURIOSIDADES&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A ave mais velha de que há registo foi recapturada com quase 20 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As Rolas-do-mar conseguem movimentar pedras com o dobro do peso do seu corpo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;LOCAIS FAVORÁVEIS DE OBSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Portugal, pode ser observada ao longo da  costa durante todo o ano, embora seja mais abundante durante os meses  de Agosto a Maio. É mais facilmente observada em locais com plataformas  rochosas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ao contrário do que sucede com a maior  parte das outras espécies de limícolas, a Rola-do-mar não se concentra  em grandes bandos nos estuários e os seus efectivos apresentam-se  bastante dispersos. No entanto, pode ser facilmente observada nos  estuários do Tejo e Sado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;Chandler, R. J. (1989). &lt;i&gt;The Macmillan Field Guide to North Atlantic Shorebirds&lt;/i&gt;. The Macmillan Press Ltd, London e Basingstoke.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elias, G. L., Reino, L. M., Silva, T., Tomé, R. e P. Geraldes (Coods.) (1999). &lt;i&gt;Atlas das Aves Invernantes do Baixo Alentejo&lt;/i&gt;. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projecto, J. e M. Lecoq (1998). &lt;i&gt;Aves da Costa Alentejana&lt;/i&gt;. Direcção Regional do Ambiente-Alentejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sauer, F. (1983). &lt;i&gt;Aves Aquáticas&lt;/i&gt;. Editorial Publica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Snow, D.M: e C.M. Perrins (Eds.) (1998). &lt;i&gt;The Birds of the Western Palearctic&lt;/i&gt;. Concise Edition; vol. 1 Non passerines. Oxford University Press. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;Documentos Recomendados&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;&lt;a href="http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?Module=Files/FileDescription&amp;amp;ID=187&amp;amp;lang=pt" target="_blank"&gt;Observação de aves nas salinas de Alverca&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;&lt;a href="http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?Module=Files/FileDescription&amp;amp;ID=4650&amp;amp;lang=pt" target="_blank"&gt;Gestão de Arrozais para Aves Aquáticas: resultados de uma experiência de larga escala&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;in &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=13141&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true#Go_1" style="color: blue;"&gt;http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=13141&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true#Go_1 &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-907046793315552891?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/907046793315552891/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=907046793315552891&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/907046793315552891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/907046793315552891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/09/rola-do-mar-arenaria-interpres.html' title='Rola-do-mar (Arenaria interpres)'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKOExreom8I/AAAAAAAAWO4/myOmVzQmMzE/s72-c/DSC_2960-1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-8314465363613109112</id><published>2010-09-29T00:06:00.002+01:00</published><updated>2010-09-29T00:08:49.799+01:00</updated><title type='text'>Gaivota de Audouin (Larus audouinii)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKJ09nHAt_I/AAAAAAAAWOU/gsvur_G3ig4/s1600/DSC_4942.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKJ09nHAt_I/AAAAAAAAWOU/gsvur_G3ig4/s400/DSC_4942.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKJ099esPVI/AAAAAAAAWOc/kO2Mu9XmkPU/s1600/DSC_8125_edited-1.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKJ099esPVI/AAAAAAAAWOc/kO2Mu9XmkPU/s400/DSC_8125_edited-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Gaivota de Audouin reproduz-se colonialmente em ilhas e zonas costeiras da bacia do Mediterrâneo. Na Europa concentra-se mais de 75% da população mundial desta espécie. As principais colónias situam-se em Espanha, França, Itália, Grécia e Turquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente recolonizou Portugal encontrando-se confinada ao Sul do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1966 a sua população mundial foi estimada em 800-1000 casais. Era considerada, até há pouco tempo, uma espécie rara e esteve, até 1994, incluída na Lista das Espécies Globalmente Ameaçadas (UICN/BirdLife International). Nos últimos 20 anos a população desta gaivota aumentou exponencialmente, estando actualmente estimada entre 18 000 a 19 000 casais. Para o crescimento da sua população contribuiu sobretudo o estabelecimento, em 1981, de uma colónia no Delta do Ebro (Espanha) cujo número de indivíduos aumentou dramaticamente até ao ano 2000, estimando-se a população espanhola em cerca de 17 000 casais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, apesar do significativo aumento do número de indivíduos, mais de 90% da população reprodutora europeia ocorre em apenas 10 locais, sendo por isso fundamental a protecção das suas colónias. As principais ameaças estão relacionadas com a alteração do habitat nos seus locais de reprodução, alterações nas práticas de pesca e a interacção com a Gaivota-de-patas-amarelas Larus cachinnans que inclui a predação de ovos e juvenis de Gaivota de Audouin e a competição por locais de reprodução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Gaivota de Audouin está classificada como SPEC1 pela BirdLife International e Quase Ameaçada no Livro Vermelho da UICN. Em Portugal, existe ainda pouca informação disponível acerca da sua biologia e ecologia. Recentemente foi classificada como Vulnerável (Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.spea.pt/index.php?op=audouin"&gt; http://www.spea.pt/index.php?op=audouin &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKJ0-M-pguI/AAAAAAAAWOk/rFgs817iQdI/s1600/DSC_8281.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="clear: both;"&gt;&lt;a href="http://picasa.google.com/blogger/" target="ext"&gt;&lt;img align="middle" alt="Posted by Picasa" border="0" src="http://photos1.blogger.com/pbp.gif" style="background: none repeat scroll 0% 50% transparent; border: 0px none; padding: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-8314465363613109112?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/8314465363613109112/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=8314465363613109112&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/8314465363613109112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/8314465363613109112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/09/gaivota-de-audouin-reproduz-se.html' title='Gaivota de Audouin (Larus audouinii)'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKJ09nHAt_I/AAAAAAAAWOU/gsvur_G3ig4/s72-c/DSC_4942.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-202340309861883534</id><published>2010-09-27T20:43:00.000+01:00</published><updated>2010-09-27T20:43:01.779+01:00</updated><title type='text'>Garça-real (Ardea cinerea)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKDzNr2vyzI/AAAAAAAAWOA/olP41MJjx8M/s1600/DSC_3679.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKDzNr2vyzI/AAAAAAAAWOA/olP41MJjx8M/s320/DSC_3679.JPG" width="222" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Resumo"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Presente por toda a  Europa, a Garça-real, a maior das garças europeias, nidifica em  colónias, algumas com centenas de anos. Possuindo uma larga área de  distribuição, as suas populações apresentam uma tendência geral de  crescimento.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="" name="Go_1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Garça-real (&lt;em&gt;Ardea cinerea&lt;/em&gt;),  pertencente à família Ardeidae, é a maior das garças da Europa, com 90  cm de comprimento, entre 175 e 195 cm de envergadura e cerca de 2 kg de  peso. É uma espécie conspícua, facilmente observável e reconhecível no  campo, mesmo pelos observadores menos experientes. As garças apresentam  um voo impetuoso, com o pescoço retraído formando um “s” e emitem  frequentemente um grasnar rouco característico. A plumagem das aves  adultas é idêntica para os dois sexos, dominando os tons de cinzento,  preto e branco. A cabeça e pescoço são maioritariamente brancos, com  excepção de uma nítida coroa preta prolongada, na plumagem nupcial, por  duas ou três penas também negras. O dorso é cinzento, bem como parte das  asas em que somente as penas de voo (primárias e secundárias) são  pretas. O bico é amarelo e as patas cor de carne. Os juvenis apresentam  uma maior uniformidade no cinzento da plumagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Distribui-se praticamente por todo o  Paleárctico, desde o Norte de África e Eurásia até à Manchúria. Nidifica  ainda em alguns países do sudoeste africano e também na Índia, Sri  Lanka, China, Tailândia, Coreia e Japão. Na Europa, tanto a área de  distribuição como o efectivo populacional têm registado incrementos,  embora se verifiquem algumas flutuações associadas, em parte, a  condições climatéricas que têm contribuído para a expansão da espécie em  direcção a norte e para a sua regressão na Europa Central. Em Portugal a  população nidificante, estimada entre 200 e 300 casais em 1991, está  maioritariamente concentrada no Alto Alentejo. A abundância da espécie  aumenta, no entanto, nos meses de Inverno, sendo parte da população  oriunda da Dinamarca, Países Baixos, Alemanha, França e Espanha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="" name="Go_2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;De um modo geral, nos últimos anos, a  população europeia de Garça-real tem vindo a aumentar. Esta espécie não  se encontra ameaçada na Europa, nem em Portugal. Está incluída na  Convenção de Berna (Anexo III).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;FACTORES DE AMEAÇA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As principais causas de mortalidade nesta  espécie estão associadas às actividades humanas, nomeadamente à  agricultura e à piscicultura. No que respeita à primeira, a contaminação  das aves por pesticidas parece constituir o principal factor de ameaça.  Em relação à segunda, em Inglaterra, o abate de garças que se  alimentavam nas pisciculturas quase levou à extinção da espécie nos anos  70. As Garças-reais são ainda particularmente sensíveis a Invernos  rigorosos, podendo sofrer baixas importantes nas suas populações, das  quais só recuperam num período de 2 a 3 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;HABITAT&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ocorre principalmente nas latitudes médias  até às latitudes limite, onde os Invernos são demasiado rigorosos e o  solo fica sob neve ou gelo, sendo menos abundante e mais dispersa nas  zonas mediterrânicas, subtropicais e tropicais. Ocupa habitats de baixa  altitude, geralmente associados a corpos de água e a zonas florestadas,  sendo a garça mais arbórea, com excepção do Goraz (&lt;em&gt;Nycticorax nycticorax&lt;/em&gt;).  Prefere corpos de água pouco profundos, de água corrente e ricos em  alimento e a sua grande capacidade de adaptação permite-lhe habitar  estuários, deltas, rios, pauis, lagoas, arrozais, diques, canais, entre  outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="" name="Go_3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;ALIMENTAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Garça-real alimenta-se, em geral, em  águas pouco profundas, não sendo raro, no entanto, observá-la nesta  actividade em zonas de terra seca. Alimenta-se maioritariamente durante o  dia, de manhã cedo e ao entardecer. Captura principalmente peixe, mas  também anfíbios, pequenos mamíferos, insectos e répteis; ocasionalmente  consome, ainda, crustáceos, moluscos, aves e matéria vegetal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;REPRODUÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Garça-real raramente se reproduz  isoladamente, nidificando de um modo geral em colónias, cujo tamanho  parece ser proporcional à riqueza das áreas de alimentação num raio  aproximado de 25 km. Na Europa, as colónias de maior dimensão estão  situadas em áreas costeiras, presumivelmente devido à sua proximidade a  extensos pauis, lagoas, estuários e costa litoral, habitats que incluem  uma grande variedade de áreas de alimentação. Os ninhos, construídos em  árvores altas acima dos 25 metros, mas também em arbustos ou sobre  caniços, e mais raramente em edifícios, pontes e no solo, são  frequentemente ocupados em anos consecutivos. As posturas, com 3 a 5  ovos, são iniciadas no mês de Março, prolongando-se a incubação por  cerca de 25 dias. As crias atingem a idade de emancipação por volta dos  50 dias de idade, mas ao fim de 25 dias são suficientemente crescidos  para se defenderem e aventuram-se fora do ninho, subindo pelos ramos que  os suportam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="" name="Go_4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;MOVIMENTOS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Na Europa, as populações do Norte são  migradoras, enquanto que as do Centro e do Mediterrâneo são residentes  ou migradoras parciais, podendo deslocar-se para Sul, para África, em  Invernos mais rigorosos. Antes da verdadeira migração, nos meses de  Verão, as Garças-reais, especialmente os juvenis, dispersam em todas as  direcções. A migração de Outono inicia-se em Setembro e prolonga-se até  final de Outubro. Em Fevereiro tem lugar a migração nupcial, sendo as  colónias geralmente reocupadas em Março.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;CURIOSIDADES&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As maiores colónias de Garça-real localizam-se em França. Nos anos 80 a maior colónia francesa albergava cerca de 1100 casais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;LOCAIS FAVORÁVEIS À OBSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Portugal, os locais onde a espécie é  mais abundante correspondem a estuários e lagoas costeiras, nomeadamente  os Estuários do Tejo e Sado e a Lagoa de Santo André, onde abundam as  potenciais áreas de alimentação. No interior do país a distribuição da  espécie acompanha as bacias hidrográficas dos rios Sado e Guadiana,  estando os indivíduos associados a cursos de água. No Alentejo ocorre  ainda em açudes e barragens.&lt;/div&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;Elias, G. L., Reino, L. M., Silva, T., Tomé, R. e P. Geraldes (Coods.) 1998. &lt;em&gt;Atlas das Aves Invernantes do Baixo Alentejo&lt;/em&gt;. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sauer, F. 1983. &lt;em&gt;Aves Aquáticas&lt;/em&gt;. Editorial Publica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Snow, D.M. e C.M. Perrins (Eds.) (1998). &lt;em&gt;The birds of the Western Palearctic&lt;/em&gt;. Concise Edition; vol. 1 Non passerines. Oxford University Press.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voisin, C. 1991.&lt;em&gt; The Herons of Europe&lt;/em&gt;. T &amp;amp; AD POYSER. London&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in&amp;nbsp;&lt;a href="http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=3030&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true#Go_1"&gt; http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=3030&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true#Go_1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-202340309861883534?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/202340309861883534/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=202340309861883534&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/202340309861883534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/202340309861883534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/09/garca-real-ardea-cinerea.html' title='Garça-real (Ardea cinerea)'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TKDzNr2vyzI/AAAAAAAAWOA/olP41MJjx8M/s72-c/DSC_3679.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-8597511019204766025</id><published>2010-09-25T12:37:00.001+01:00</published><updated>2010-09-25T12:38:28.314+01:00</updated><title type='text'>COLHEREIRO  (Platalea leucorodia)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJ3eU2xC_lI/AAAAAAAAWNg/-7Xg7jLSe7g/s1600/0445-2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="230" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJ3eU2xC_lI/AAAAAAAAWNg/-7Xg7jLSe7g/s320/0445-2.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJ3eVmxv4hI/AAAAAAAAWNk/xDR2rywM_VE/s1600/0469-1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="220" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJ3eVmxv4hI/AAAAAAAAWNk/xDR2rywM_VE/s320/0469-1.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJ3eWZdHYyI/AAAAAAAAWNo/Otf9Rff95-I/s1600/DSC_3387.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJ3eWZdHYyI/AAAAAAAAWNo/Otf9Rff95-I/s320/DSC_3387.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="Resumo"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ave rara e  inconfundível devido à forma do bico que lhe dá o nome, o Colhereiro  está presente como nidificante na Europa, onde concentra três quartos da  população mundial e enfrenta a crescente deterioração e perda do seu  habitat.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;CARACTERÍSTICAS E IDENTIFICAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O Colhereiro (&lt;i&gt;Platalea leucorodia&lt;/i&gt;)  pertence à família Threskiornithidae e é o único representante desta  família (que inclui várias espécies de ibis) com presença regular em  Portugal. Com cerca de 80 a 90 cm de comprimento, 115 a 130 cm de  envergadura, pescoço e patas compridas e uma plumagem maioritariamente  branca, o Colhereiro assemelha-se a uma garça-branca de grande dimensão.  Apresenta, no entanto, pescoço e patas mais longas, plumagem de um tom  branco-creme e um bico inconfundível, comprido e terminando em forma de  colher. Na plumagem nupcial os adultos apresentam uma poupa de penas  amarelo-pálido, uma mancha alaranjada na base do bico e uma banda  alaranjada à volta do peito. O bico é preto com a extremidade alaranjada  na estação reprodutora; as patas são pretas. Nos juvenis as pontas das  asas são pretas; o bico é cor-de-rosa, tornando-se preto no primeiro  Inverno. Trata-se de uma espécie que não oferece qualquer dificuldade de  identificação quando bem observada, nomeadamente quando é possível  observar o seu bico inconfundível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Distribui-se de forma dispersa na Europa,  principalmente nas regiões orientais, estando presente no Ocidente, mas  ausente no Norte. Quase três quartos da população mundial nidificam na  Europa (entre 5.000 e 9.000 casais), localizando-se os principais  núcleos reprodutores na Rússia, Turquia, Hungria, Ucrânia, Países Baixos  e Espanha. Para além do Paleárctico Ocidental, nidifica da Ásia  Central, até ao Norte da China e desde a Índia até à costa africana do  Mar Vermelho, e inverna no Norte de África. Em Portugal está presente no  litoral sul do país como invernante, concentrando-se a maioria destas  aves nos Estuários do Tejo e Sado, na Lagoa de Santo André e,  principalmente, na Ria Formosa e Castro Marim. Como nidificante é raro,  tendo mesmo chegado a desaparecer. No entanto, na última década  estabeleceu-se novamente como nidificante no Paúl do Boquilobo, em Pêro  Pião e na Ria Formosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=8597511019204766025" name="Go_2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Esta espécie encontra-se em acentuado  declínio no que respeita a mais de dois terços da sua população, embora  se registe um actual aumento na Europa Ocidental. Em Portugal tem  estatuto de vulnerável. A nível europeu encontra-se protegido pelas  convenções de Cites (Anexo II), Bona (Anexo II) e Berna (Anexo II) e  ainda pela Directiva Aves (Anexo I).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;FACTORES DE AMEAÇA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As principais causas de declínio desta  espécie são a perda de locais de nidificação e de alimentação, devido às  drenagens, deterioração e perturbação das zonas húmidas. Outros  factores de ameaça são a exploração de ovos e crias e a poluição dos  corpos de água utilizados como áreas de alimentação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;HABITAT&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ocorre principalmente em zonas de clima  quente, penetrando localmente em regiões temperadas. Ocupa zonas húmidas  de baixa altitude e, de um modo geral, junto à costa, nomeadamente  deltas de rios, estuários, lagoas e pauis. Os colhereiros necessitam,  para se alimentar, de águas pouco profundas e de fundo lamacento. As  colónias estabelecem-se em extensos caniçais, geralmente com arbustos e  árvores, ou em ilhas, em locais seguros em relação à perturbação e a  predadores terrestres.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;ALIMENTAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Os colhereiros procuram o alimento em águas  pouco profundas, em geral até aos 30 cm de profundidade. Caminhando,  muitas vezes em grupo, fazem passar o bico com movimentos ceifantes, na  cadência dos seus passos, através das camadas fluidas de lama. Deste  modo capturam animais que vivem na lama ou que ali se escondem,  principalmente insectos e as suas larvas, incluindo Coleoptera, Odonata,  Trichoptera, Orthoptera, Diptera e Hemiptera. Alimentam-se ainda de  pequenos peixes, moluscos, crustáceos, rãs, répteis e algum material  vegetal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1411388761165434694&amp;amp;postID=8597511019204766025" name="Go_3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;REPRODUÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Trata-se de uma espécie colonial, que pode  formar colónias mistas com outras aves palustres, nomeadamente garças e  corvos-marinhos. Os ninhos são construídos em caniços velhos ou,  pontualmente, em árvores, encontrando-se a uma altura superior a 5  metros. De um modo geral, no centro de uma colónia a densidade de ninhos  é muito elevada, podendo os vários ninhos, ao longo do tempo, formar  uma única plataforma. A época de postura ocorre em Abril, sendo  colocados entre 3 a 4 ovos manchados (por vezes 5 ou 6, raramente 7),  que são incubados durante cerca de 25 dias. Os juvenis atingem a  emancipação com 50 dias de idade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;MOVIMENTOS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Esta é uma espécie migradora e dispersiva.  Os juvenis fazem pequenas deslocações em Julho e Agosto, mas as aves  adultas só abandonam as colónias em Setembro, voltando no ano seguinte,  em geral, no mês de Março. A migração é principalmente diurna, sendo  comum observar bandos de colhereiros em formação. As populações  nidificantes na Europa passam o Inverno na bacia do Mediterrâneo e no  Nordeste de África, com excepção de algumas populações do Leste, que  podem invernar no Médio Oriente e na Índia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;CURIOSIDADES&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A recolha de dados, através da leitura de  anilhas, relativos à proveniência das aves reprodutoras em Portugal  demonstrou que aquelas que nidificam na Ria Formosa e em Pêro Pião são  maioritariamente de origem espanhola, enquanto que as do Boquilobo são,  em geral, holandesas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;LOCAIS FAVORÁVEIS DE OBSERVAÇAO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Portugal pode não ser uma espécie de  fácil observação, uma vez que está restricta a poucas zonas húmidas  nacionais. O Paúl do Boquilobo, os Estuários do Tejo e Sado, a Lagoa de  Santo André, a Ria Formosa e as salinas de Castro Marim são os  principais locais de invernada da espécie, que só está presente como  reprodutora no Paúl do Boquilobo, em Pêro Pião e na Ria Formosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;Elias, G. L., Reino, L. M., Silva, T., Tomé, R. e P. Geraldes (Coods.) 1998. &lt;i&gt;Atlas das Aves Invernantes do Baixo Alentejo&lt;/i&gt;. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Farinha, J.C. e V. Encarnação 1996. Estado actual das colónias de Colhereiro Platalea leucorodia em Portugal. &lt;i&gt;In&lt;/i&gt; Farinha, J.C., J. Almeida e H. Costa (Eds.) &lt;i&gt;Actas do I Congresso de Ornitologia da Spea&lt;/i&gt;, pags.:70-71. SPEA. Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sauer, F. 1983. Aves Aquáticas. Editorial Publica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Snow, D.M: and C.M. Perrins (Eds.) (1998). &lt;i&gt;The birds of the Western Palearctic&lt;/i&gt;. Concise Edition; vol. 1 Non passerines. Oxford University Press.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tucker, G.M. and M.F. Heath (1994). &lt;i&gt;Birds in Europe: Their Conservation Status&lt;/i&gt;. Birdlife Conservation Series nº 3.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;IN&amp;nbsp; &lt;a href="http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=3291&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true"&gt;http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=3291&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-8597511019204766025?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/8597511019204766025/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=8597511019204766025&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/8597511019204766025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/8597511019204766025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/09/ave-rara-e-inconfundivel-devido-forma_2247.html' title='COLHEREIRO  (Platalea leucorodia)'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJ3eU2xC_lI/AAAAAAAAWNg/-7Xg7jLSe7g/s72-c/0445-2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-5135607004676775162</id><published>2010-09-22T23:43:00.000+01:00</published><updated>2010-09-22T23:43:22.644+01:00</updated><title type='text'>Maçarico Galego   (Numenius phaeopus)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJqGW_ENVBI/AAAAAAAAWNM/3b4i9DpajRE/s1600/MA%C3%87002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJqGW_ENVBI/AAAAAAAAWNM/3b4i9DpajRE/s320/MA%C3%87002.jpg" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.avesdeportugal.info/numpha.html"&gt;http://www.avesdeportugal.info/numpha.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-5135607004676775162?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/5135607004676775162/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=5135607004676775162&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/5135607004676775162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/5135607004676775162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/09/macarico-galego-numenius-phaeopus.html' title='Maçarico Galego   (Numenius phaeopus)'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJqGW_ENVBI/AAAAAAAAWNM/3b4i9DpajRE/s72-c/MA%C3%87002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-3213294872831521803</id><published>2010-09-22T23:13:00.000+01:00</published><updated>2010-09-22T23:13:05.725+01:00</updated><title type='text'>Corvo Marinho de Faces Brancas   ( Phalacrocorax carbo )</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp9xkaP-MI/AAAAAAAAWNE/poYtVVNuMOY/s1600/COR007-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp9xkaP-MI/AAAAAAAAWNE/poYtVVNuMOY/s320/COR007-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp9YdBFjpI/AAAAAAAAWM8/95t5Bn9OIYI/s1600/COR008.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp9YdBFjpI/AAAAAAAAWM8/95t5Bn9OIYI/s320/COR008.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp89oAUGmI/AAAAAAAAWMM/1bxJOxpgnl0/s1600/COR004.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp89oAUGmI/AAAAAAAAWMM/1bxJOxpgnl0/s320/COR004.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp9QSLCfaI/AAAAAAAAWMk/Y0gm_wOCJnY/s1600/COR005.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp9QSLCfaI/AAAAAAAAWMk/Y0gm_wOCJnY/s320/COR005.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp9ST1TEEI/AAAAAAAAWMs/UklCPbwloSE/s1600/COR001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp9ST1TEEI/AAAAAAAAWMs/UklCPbwloSE/s320/COR001.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp9MRKR4UI/AAAAAAAAWMc/Z2M6WpnIMoc/s1600/COR003.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp9MRKR4UI/AAAAAAAAWMc/Z2M6WpnIMoc/s320/COR003.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Resumo"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O  Corvo-marinho-de-faces-brancas foi duramente perseguido por ser  considerado um concorrente dos pescadores. Actualmente, o incremento da  sua população deve-se à implementação de medidas de conservação e à  expansão das pisciculturas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O Corvo-marinho-de-faces-brancas (&lt;em&gt;Phalacrocorax carbo&lt;/em&gt;) é uma ave de grande porte, esguia e de plumagem escura. Embora semelhante ao Corvo-marinho-de-crista (&lt;em&gt;Phalacrocorax aristotelis&lt;/em&gt;)  é maior e mais pesado, com o bico e pescoço mais grossos. Os adultos,  em plumagem nupcial, têm o bico alaranjado e manchas brancas conspícuas  nas coxas e na zona da garganta e face. As coberturas superiores são de  cor castanho-bronze orladas a preto. Nas aves da subespécie sinensis o  branco estende-se por todo o pescoço. Os juvenis são castanho-escuro com  o ventre esbranquiçado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ocorre nos cinco continentes onde está  representado por várias subespécies. No Paleártico tem uma vasta área de  distribuição. As áreas de reprodução estendem-se desde as regiões  árticas até zonas subtropicais, embora as maiores concentrações se  localizem em latitudes médias. A subespécie &lt;em&gt;P. c. carbo&lt;/em&gt; está  presente no Norte da Europa onde os seus efectivos nidificantes tem  conhecido um incremento notável, expandindo a sua população para sul até  Espanha e Itália. A subespécie &lt;em&gt;P. c. Sinensis&lt;/em&gt; está representada na Europa Central e do Sul.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Portugal, onde ocorrem estas duas  subespécies, os indivíduos são invernantes e migradores de passagem. A  população tem vindo a crescer desde 1990 encontrando-se actualmente em  estabilização. A população invernante no nosso país está estimada em  cerca de 11000 indivíduos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O aumento da população desta espécie a  nível europeu prende-se com o sucesso da implementação de medidas de  conservação da espécie e dos seus &lt;em&gt;habitats&lt;/em&gt; e com o incremento da área ocupada por pisciculturas, onde a espécie se alimenta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=3339&amp;amp;bl=1"&gt;http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=55&amp;amp;cid=3339&amp;amp;bl=1&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-3213294872831521803?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/3213294872831521803/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=3213294872831521803&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/3213294872831521803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/3213294872831521803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/09/corvo-marinho-de-faces-brancas.html' title='Corvo Marinho de Faces Brancas   ( Phalacrocorax carbo )'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJp9xkaP-MI/AAAAAAAAWNE/poYtVVNuMOY/s72-c/COR007-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-6903293907306383104</id><published>2010-09-22T00:10:00.000+01:00</published><updated>2010-09-22T00:10:53.419+01:00</updated><title type='text'>Galeirão - Fulica atra</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJk7d8jgCYI/AAAAAAAAWLo/fdgmSj8FCVE/s1600/DSC_3193.JPG"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJk7d8jgCYI/AAAAAAAAWLo/fdgmSj8FCVE/s400/DSC_3193.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJk7eYwsR-I/AAAAAAAAWLw/P07EM41jHvA/s1600/DSC_4292.JPG"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJk7eYwsR-I/AAAAAAAAWLw/P07EM41jHvA/s400/DSC_4292.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJk7e6zJY5I/AAAAAAAAWL4/FzVUQaN1A5c/s1600/DSC_4319.JPG"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJk7e6zJY5I/AAAAAAAAWL4/FzVUQaN1A5c/s400/DSC_4319.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Esteiro da Barquinha&lt;div style='clear:both; text-align:NONE'&gt;&lt;a href='http://picasa.google.com/blogger/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbp.gif' alt='Posted by Picasa' style='border: 0px none ; padding: 0px; background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: initial; -moz-background-origin: initial; -moz-background-inline-policy: initial;' align='middle' border='0' /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-6903293907306383104?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/6903293907306383104/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=6903293907306383104&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/6903293907306383104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/6903293907306383104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/09/galeirao-fulica-atra.html' title='Galeirão - Fulica atra'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/TJk7d8jgCYI/AAAAAAAAWLo/fdgmSj8FCVE/s72-c/DSC_3193.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-1348235781947227038</id><published>2010-09-21T15:02:00.000+01:00</published><updated>2010-09-21T15:02:21.712+01:00</updated><title type='text'>primeiros ninhos de flamingos confirmados em Portugal</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.fapas.pt/nova/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=104%3Aprimeiros-ninhos-de-flamingos-confirmados-em-portugal&amp;amp;catid=1%3Anoticias-recentes&amp;amp;Itemid=50"&gt;primeiros ninhos de flamingos confirmados em Portugal&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-1348235781947227038?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.fapas.pt/nova/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=104%3Aprimeiros-ninhos-de-flamingos-confirmados-em-portugal&amp;catid=1%3Anoticias-recentes&amp;Itemid=50' title='primeiros ninhos de flamingos confirmados em Portugal'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/1348235781947227038/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=1348235781947227038&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/1348235781947227038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/1348235781947227038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2010/09/primeiros-ninhos-de-flamingos.html' title='primeiros ninhos de flamingos confirmados em Portugal'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-5260493671872836856</id><published>2008-12-15T20:24:00.011Z</published><updated>2008-12-15T22:49:02.533Z</updated><title type='text'>FLAMINGO   Phoenicopterus ruber</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Flamingo-comum é uma das mais graciosas e estranhas aves da fauna mundial, resultado inesperado da adaptação aos meios aquáticos que frequenta. Não havendo registos de nidificação em Portugal, é comum nalgumas zonas húmidas do nosso País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa9h7RR5fI/AAAAAAAAH6k/32nQU5_YBgM/s1600-h/FLA037.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280116003681986034" style="WIDTH: 290px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa9h7RR5fI/AAAAAAAAH6k/32nQU5_YBgM/s400/FLA037.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;O flamingo-comum (Phoenicopterus ruber) é uma ave pernalta que pertence à família Phoenicopteridae e à Ordem dos ciconiformes. É a ave mais alta da nossa fauna, podendo ultrapassar o metro e meio. Em média os machos são um pouco maiores e têm o pescoço mais comprido do que as fêmeas. A envergadura dos flamingos varia entre os 140 e os 165cm. A sua plumagem apresenta uma variação considerável entre o rosa pálido e um rosa mais intenso. As penas de cobertura das asas são cor de rosa vivo e as penas de voo são pretas. As patas, tal como o bico, com excepção da ponta que é preta, são igualmente cor de rosa. Os juvenis têm o pescoço e as patas mais curtos e a plumagem que inicialmente é castanho-acinzentado vai, à medida que o indivíduo se aproxima da maturidade, sendo substituída por uma plumagem branca e finalmente rosada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa_fDAggMI/AAAAAAAAH7U/LoXaVQNKuI8/s1600-h/FLA010(1).JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280118153242771650" style="WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa_fDAggMI/AAAAAAAAH7U/LoXaVQNKuI8/s400/FLA010(1).JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;A distribuição do flamingo-comun estende-se desde as Galápagos até à Índia, passando pelas Caraíbas, pela bacia do Mediterrâneo, pelas costas de África e pelo próximo e médio Oriente. Na Europa, a espécie distribui-se quase exclusivamente pelos países da orla mediterrânea. O seu comportamento reprodutor apresenta uma plasticidade bastante grande como resposta à abundância de recursos, podendo em alguns anos não se chegar a reproduzir nos locais historicamente mais favoráveis. As principais colónias europeias, que podem reunir 20 000 indivíduos, situam-se no Sul de França, na Camargue. Em Espanha, os flamingos também se têm reproduzido, de forma mais ou menos regular, desde o delta do Ebro até ao Guadiana. Em 1990, só na lagoa de Fuentedepiedra, na Andaluzia, 13 316 casais produziram 10 417 crias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa98IMIRmI/AAAAAAAAH6s/TjHG0WAWZNs/s1600-h/FLA038.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280116453826643554" style="WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 277px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa98IMIRmI/AAAAAAAAH6s/TjHG0WAWZNs/s400/FLA038.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Portugal, os flamingos ocorrem principalmente na faixa costeira da metade Sul do país, com destaque para os estuários do Tejo e do Sado, a ria de Faro e o sapal de Castro Marim. Em menor número, ocorrem em algumas lagoas costeiras, como a de Óbidos ou Santo André e também em albufeiras do interior do Alentejo. Apesar de estarem presentes em Portugal durante todo o ano, nunca foi possível confirmar a nidificação da espécie no nosso país. A população nacional conta com um elevado número de indivíduos imaturos não reprodutores. O efectivo populacional europeu reflecte a dinâmica que se estabelece com as populações do Norte da África, daí que os valores possam oscilar grandemente. Crê-se que a população nidificante europeia se situe entre os 15 e os 35 mil indivíduos, mas o total dos flamingos do Mediterrâneo Ocidental pode atingir os 80 000. Em Portugal, as variações inter-anuais são também bastante acentuadas, atingindo-se picos da ordem dos 3 milhares de indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa-PzwpqOI/AAAAAAAAH60/_9vylSO-cEc/s1600-h/FLA043-1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280116791940065506" style="WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa-PzwpqOI/AAAAAAAAH60/_9vylSO-cEc/s400/FLA043-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de se tratar de uma espécie bastante sensível à poluição das águas e à perturbação, particularmente durante o período de nidificação, a população de flamingos está a aumentar em alguns países da Europa. Esse facto fica provavelmente a dever-se à circunstância das principais colónias se situarem em áreas protegidas. Em todo o caso, os habitats utilizados pela espécie são altamente perecíveis, e por isso ela está classificada na Europa como uma SPEC 3, espécie cuja população global não está concentrada na Europa, mas que tem um estatuto de conservação desfavorável nesse continente. Para este estatuto, contribui ainda o facto da população europeia estar altamente concentrada num número reduzido de locais, sendo por isso muito mais vulnerável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HABITAT&lt;br /&gt;Os flamingos frequentam estuários, salinas, tanques de pisciculturas e lagoas costeiras ou interiores de água doce, salgada e até alcalina. De uma forma geral, alimentam-se em águas pouco profundas, mas podem também fazê-lo nos sedimentos, ou em água com mais de um metro de profundidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUbEsVB4M_I/AAAAAAAAH7s/LrbVgyFL6F0/s1600-h/FLA002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280123878976795634" style="WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUbEsVB4M_I/AAAAAAAAH7s/LrbVgyFL6F0/s400/FLA002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;ALIMENTAÇÃO&lt;br /&gt;A alimentação dos flamingos atingiu o expoente máximo da perfeição adaptativa de um método também utilizado por outras espécies de aves: a filtragem da água. As mandíbulas dos flamingos estão dotadas de umas pequenas estruturas rígidas, lamellae, e a sua língua é espessa e carnuda, com protuberâncias. Para se alimentarem, os flamingos imergem parte do bico, ou mesmo a totalidade da cabeça. Com o bico semicerrado, a língua descreve movimentos extremamente rápidos para a frente e para trás, a uma velocidade de cerca de 17 movimentos por segundo, actuando como um êmbolo que bombeia água através das lamellae, que retêm as partículas em suspensão na água. Posteriormente, as protuberâncias da língua raspam o alimento e este é ingerido. Neste processo, os flamingos ingerem insectos, crustáceos, moluscos, anelídeos, protozoários, diatomáceas, algas, sementes, plantas e até pequenos peixes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa_eU_83BI/AAAAAAAAH68/zMu2Se7VlVA/s1600-h/FLA042.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280118140892404754" style="WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa_eU_83BI/AAAAAAAAH68/zMu2Se7VlVA/s400/FLA042.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;REPRODUÇÃO&lt;br /&gt;Os flamingos são uma espécie monogâmica que acasala com o mesmo indivíduo para toda vida. O inicio da época de nidificação depende muito das condições climatéricas e da satisfação de determinados requisitos, o que em geral sucede em finais de Abril. Os ninhos, em regra feitos de lama, são construídos em colónias que podem reunir muitos milhares de indivíduos, estando em média a 35 cm uns dos outros. Ambos os sexos constroem o ninho. As posturas são quase sempre de 1 ovo e apenas excepcionalmente de 2 ovos. A incubação é feita pelos dois progenitores e a eclosão dá-se entre 28 a 31 dias depois da postura. Após a eclosão, as crias abandonam o ninho, mas mantém-se nas imediações durante 10 dias, altura a partir da qual são reunidas em "creches" de muitos juvenis da mesma idade. Durante este período, ambos os progenitores conseguem distingir a sua cria e apenas alimentam o seu descendente. Apesar de aprenderem a voar perto do septuagésimo quinto dia de vida, é natural que ainda fiquem na "creche" até por volta do cem dias de vida. Findo este período, as crias tornam-se rapidamente independentes, mas só se reproduzirão 2, 3 ou mesmo 4 anos mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MOVIMENTOS&lt;br /&gt;A população europeia de flamingos não apresenta nenhum padrão de migração claro. Enquanto que alguns indivíduos de uma mesma colónia se mantêm no local onde nasceram, outros descrevem viagens de vários milhares de quilómetros. Um indivíduo anilhado na Andaluzia foi controlado em Chipre, e outros anilhados na Camargue foram avistados na Mauritânia e no Senegal.&lt;br /&gt;Em Portugal são frequentemente observados flamingos com anilhas espanholas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa_e47P45I/AAAAAAAAH7M/8rW7JOwrSM4/s1600-h/FLA014.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280118150536356754" style="WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa_e47P45I/AAAAAAAAH7M/8rW7JOwrSM4/s400/FLA014.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;CURIOSIDADES&lt;br /&gt;Para um grande número de portugueses os flamingos são aves exóticas que pertencem apenas à fauna de países longínquos. No entanto, não só são razoavelmente abundantes no nosso país, como às vezes é possível observa-los mesmo a partir de perímetros urbanos, como do de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa_e7phSEI/AAAAAAAAH7E/_AK7nEhCxG8/s1600-h/FLA041.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280118151267305538" style="WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa_e7phSEI/AAAAAAAAH7E/_AK7nEhCxG8/s400/FLA041.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;ONDE OBSERVAR&lt;br /&gt;As maiores concentrações de flamingos no nosso país ocorrem no Estuário do Tejo, onde é possível observá-los em vários locais, desde Sacavém até ao Montijo. Dentro desta área vastíssima, a Reserva Natural do Estuário do Tejo, e as salinas do Samouco são os melhores locais para se encontrarem flamingos. Neste último local são frequentemente visíveis a partir de ponte Vasco da Gama.Também na margem Norte do Sado, na zona da Gâmbia, Mourisca e Mitrena se podem fazer boas observações.No Algarve, o sapal de Castro Marim é talvez o melhor local para se encontrarem estas aves e a melhor estratégia talvez seja perscrutar o sapal e as salinas, com o auxilio de binóculos, e a partir de um ponto alto, em busca de aves cor de rosa ou brancas com um metro e meio de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa_fYhHPGI/AAAAAAAAH7c/EtnJzi-NsE8/s1600-h/FLA012(1).JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280118159016672354" style="WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa_fYhHPGI/AAAAAAAAH7c/EtnJzi-NsE8/s400/FLA012(1).JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUbAs-VTr5I/AAAAAAAAH7k/Ltpp-xLNN8c/s1600-h/FLA003(1).JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280119492017631122" style="WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUbAs-VTr5I/AAAAAAAAH7k/Ltpp-xLNN8c/s400/FLA003(1).JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Ficha do flamingo IN &lt;a href="http://www.naturlink.pt/"&gt;http://www.naturlink.pt/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-5260493671872836856?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/5260493671872836856/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=5260493671872836856&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/5260493671872836856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/5260493671872836856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2008/12/flamingo-phoenicopterus-ruber.html' title='FLAMINGO   Phoenicopterus ruber'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUa9h7RR5fI/AAAAAAAAH6k/32nQU5_YBgM/s72-c/FLA037.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-8786339149544229319</id><published>2008-12-15T19:15:00.001Z</published><updated>2008-12-15T19:22:36.748Z</updated><title type='text'>REDE NATURA 2000</title><content type='html'>A Rede Natura 2000 é uma rede ecológica para o espaço Comunitário da União Europeia resultante da aplicação das &lt;a title="directiva aves" href="http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT2007/O+ICNB/Rede+Natura+2000/Directiva+Aves/Directiva+Aves.htm" target="_blank"&gt;Directivas nº 79/409/CEE (Directiva Aves)&lt;/a&gt; e &lt;a title="directiva habitats" href="http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT2007/O+ICNB/Rede+Natura+2000/Directiva+Habitats/Directiva+Habitats.htm" target="_blank"&gt;nº 92/43/CEE (Directiva Habitats)&lt;/a&gt; e tem por ”objectivo contribuir para assegurar a biodiversidade através da conservação dos habitats naturais e da fauna e da flora selvagens no território europeu dos Estados-membros em que o Tratado é aplicável”.&lt;br /&gt;Esta rede é formada por:&lt;br /&gt;Zonas de Protecção Especial (ZPE), estabelecidas ao abrigo da Directiva Aves, que se destinam essencialmente a garantir a conservação das espécies de aves, e seus habitats, listadas no seu anexo I, e das espécies de aves migratórias não referidas no anexo I e cuja ocorrência seja regular;&lt;br /&gt;Zonas Especiais de Conservação (ZEC), criadas ao abrigo da Directiva Habitats, com o objectivo expresso de "contribuir para assegurar a Biodiversidade, através da conservação dos habitats naturais (anexo I) e dos habitats de espécies da flora e da fauna selvagens (anexo II), considerados ameaçados no espaço da União Europeia".&lt;br /&gt;A Rede Natura 2000 é composta por áreas de importância comunitária para a conservação de determinados habitats e espécies, nas quais as actividades humanas deverão ser compatíveis com a preservação destes valores, visando uma gestão sustentável do ponto de vista ecológico, económico e social. A garantia de uma boa prossecução destes objectivos passa necessariamente por uma articulação das políticas sectoriais, nomeadamente de conservação da natureza, agro-silvopastoril, turística ou de obras públicas, por forma a encontrar os mecanismos para que os espaços incluídos na Rede Natura 2000, sejam espaços vividos e produtivos de uma forma sustentável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-8786339149544229319?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/8786339149544229319/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=8786339149544229319&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/8786339149544229319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/8786339149544229319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2008/12/rede-natura-2000.html' title='REDE NATURA 2000'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-6083449194366029682</id><published>2008-01-21T20:56:00.001Z</published><updated>2008-12-15T19:04:36.886Z</updated><title type='text'>Pernalonga - Himantopus himantopus</title><content type='html'>Escolhida para simbolo da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, esta ave pernalta era antigamente, no tempo da outra senhora, o terror dos contrabandistas e dos que queriam desertar do serviço militar ao tentarem cruzar o Rio Guadiana para chegarem a Espanha nos seus escassos metros de largura devido ao seu constante e estridente "ki-uk".&lt;br /&gt;Espécie com o estatuto de Residente nesta reserva, nidifica numa pequena concavidade no solo coberta de pequenos galhos e junto às margens das lagoas que alimentam as salinas faz o seu ninho muitas vezes com aglomeração de algas. Poes habitualmente 4 ovos, excepcionalmente 5, amarelados com pintas pretas. A incubaçao demora 25-26 dias e é feita pelo casal.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UHmbWxvWI/AAAAAAAACOQ/AWctBWgXQAs/s1600-h/DSC_9364.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158037304982486370" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UHmbWxvWI/AAAAAAAACOQ/AWctBWgXQAs/s400/DSC_9364.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Voo elegante&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UHwbWxvXI/AAAAAAAACOY/xCmuTg8G2do/s1600-h/PERNALONGA_002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158037476781178226" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UHwbWxvXI/AAAAAAAACOY/xCmuTg8G2do/s400/PERNALONGA_002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UJg7WxvYI/AAAAAAAACOg/q1oSJLzhni8/s1600-h/DSC_6032.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158039409516461442" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UJg7WxvYI/AAAAAAAACOg/q1oSJLzhni8/s400/DSC_6032.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UJzbWxvZI/AAAAAAAACOo/22rIx9pXXwA/s1600-h/pernalongaa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158039727344041362" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UJzbWxvZI/AAAAAAAACOo/22rIx9pXXwA/s400/pernalongaa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Postura de 5 ovos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UKCLWxvaI/AAAAAAAACOw/gtVh5_tOH3o/s1600-h/P-himantopus01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158039980747111842" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UKCLWxvaI/AAAAAAAACOw/gtVh5_tOH3o/s400/P-himantopus01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UKXLWxvbI/AAAAAAAACO4/J0tApQhDSTw/s1600-h/P-himantopus-cria.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158040341524364722" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UKXLWxvbI/AAAAAAAACO4/J0tApQhDSTw/s400/P-himantopus-cria.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UKiLWxvcI/AAAAAAAACPA/FFXkspKe66w/s1600-h/DSC_9219.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158040530502925762" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UKiLWxvcI/AAAAAAAACPA/FFXkspKe66w/s400/DSC_9219.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fingindo-se morto ao ver-me...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5ULvLWxveI/AAAAAAAACPQ/Pho03AK_zpI/s1600-h/DSC_1536.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158041853352852962" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5ULvLWxveI/AAAAAAAACPQ/Pho03AK_zpI/s400/DSC_1536.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Anilhagem efectuada pelos vigilantes da R.N.S.C.M.V.R.S.A&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UKpLWxvdI/AAAAAAAACPI/sQrVVw0VOtA/s1600-h/DSC_9238.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158040650762010066" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R5UKpLWxvdI/AAAAAAAACPI/sQrVVw0VOtA/s400/DSC_9238.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Juvenil libertado após anilhado&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-6083449194366029682?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/6083449194366029682/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=6083449194366029682&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/6083449194366029682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/6083449194366029682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2008/01/pernalonga-himantopus-himantopus.html' title='Pernalonga - Himantopus himantopus'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' 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href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4Euw7WxvQI/AAAAAAAACLY/PRs4jDBJ9kE/s1600-h/sterna2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152450866790382850" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4Euw7WxvQI/AAAAAAAACLY/PRs4jDBJ9kE/s400/sterna2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4Euc7WxvKI/AAAAAAAACKo/P6lszNu52KM/s1600-h/DSC_2990.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152450523192999074" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4Euc7WxvKI/AAAAAAAACKo/P6lszNu52KM/s400/DSC_2990.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4EudLWxvLI/AAAAAAAACKw/u-JKmBu9V0A/s1600-h/DSC_3291.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152450527487966386" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4EudLWxvLI/AAAAAAAACKw/u-JKmBu9V0A/s400/DSC_3291.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4EudbWxvMI/AAAAAAAACK4/Lhk82WMMIR8/s1600-h/DSC_3804.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152450531782933698" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4EudbWxvMI/AAAAAAAACK4/Lhk82WMMIR8/s400/DSC_3804.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4EudbWxvNI/AAAAAAAACLA/gSrkOLyYsok/s1600-h/DSC_3590.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152450531782933714" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4EudbWxvNI/AAAAAAAACLA/gSrkOLyYsok/s400/DSC_3590.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4Eud7WxvOI/AAAAAAAACLI/SSSwQbUyEvE/s1600-h/DSC_2795.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152450540372868322" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4Eud7WxvOI/AAAAAAAACLI/SSSwQbUyEvE/s400/DSC_2795.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1411388761165434694-7684281243041256482?l=etnonature.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etnonature.blogspot.com/feeds/7684281243041256482/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1411388761165434694&amp;postID=7684281243041256482&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/7684281243041256482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1411388761165434694/posts/default/7684281243041256482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etnonature.blogspot.com/2008/01/andorinha-do-mar-sterna-albifrons.html' title='Andorinha do Mar Anã - Sterna albifrons'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R4EuwrWxvPI/AAAAAAAACLQ/g7Qjj_0pfmU/s72-c/DSC_2984.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-4508178446720933388</id><published>2007-12-09T23:05:00.000Z</published><updated>2007-12-09T23:06:12.436Z</updated><title type='text'>Garça Branca Pequena - Egretta Garzetta</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x04OTLZbI/AAAAAAAABh8/cdkpPP1Y7Dw/s1600-h/garza05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x04OTLZbI/AAAAAAAABh8/cdkpPP1Y7Dw/s400/garza05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x04eTLZcI/AAAAAAAABiE/2DpziBofV5M/s1600-h/garza07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x04eTLZcI/AAAAAAAABiE/2DpziBofV5M/s400/garza07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x04uTLZdI/AAAAAAAABiM/7myyOxRbEL0/s1600-h/garza09.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x04uTLZdI/AAAAAAAABiM/7myyOxRbEL0/s400/garza09.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style='clear:both; text-align:NONE'&gt;&lt;a href='http://picasa.google.com/blogger/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbp.gif' alt='Posted by Picasa' style='border: 0px none ; padding: 0px; background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: initial; 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href='http://etnonature.blogspot.com/2007/12/gara-branca-pequena-egretta-garzetta_09.html' title='Garça Branca Pequena - Egretta Garzetta'/><author><name>Agostinho Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05485337557379880783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/SUao_-uv4SI/AAAAAAAAH6M/q3u4ow6BFjY/S220/DSC_9738.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x04OTLZbI/AAAAAAAABh8/cdkpPP1Y7Dw/s72-c/garza05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1411388761165434694.post-1527246284970466730</id><published>2007-12-09T23:02:00.000Z</published><updated>2007-12-09T23:03:04.012Z</updated><title type='text'>Garça branca pequena - Egretta garzetta</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x0I-TLZXI/AAAAAAAABhc/axabxlRm08M/s1600-h/garza01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x0I-TLZXI/AAAAAAAABhc/axabxlRm08M/s400/garza01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x0JOTLZYI/AAAAAAAABhk/aFGd2n0m_HU/s1600-h/garza02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x0JOTLZYI/AAAAAAAABhk/aFGd2n0m_HU/s400/garza02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x0JeTLZZI/AAAAAAAABhs/o7mOpjhLNpE/s1600-h/garza03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x0JeTLZZI/AAAAAAAABhs/o7mOpjhLNpE/s400/garza03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_12o5MJv85mU/R1x0J-TLZaI/AAAAAAAABh0/XbvxxHdN010/s1600-h/garza04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_" alt="" 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